Mercado da beleza prova que brasileiros gostam de se cuidar

O mercado da beleza continua em alta, apesar das instabilidades econômicas vividas pelo país. O consumidor brasileiro tem por característica principal ser muito preocupado com os cuidados estéticos. Em recente pesquisa, mais de 60% se consideram vaidosos*

Ou seja, mesmo em tempos de crise, o brasileiro não abriu mão dos cuidados estéticos. Como resultado, o pais em uma honrosa 4ª colocação mundial.

O Brasil já ocupou a 3ª posição no ranking mundial  ao lado de Japão e Estados Unidos, mas foi ultrapassado pela gigante economia chinesa. /esses dados são apontados pela Euromonitor Internacional.

De olho nesse cenário, grandes marcas apostam fortemente no mercado brasileiro. Como é o caso da multinacional Avon, que tem no Brasil, seu principal mercado mundial.

Já as empresas nacionais investem fortemente em tecnologia e lançamentos de novos produtos. A Natura, por exemplo, expandiu suas fronteiras ao fazer uma aquisição bilionária. A empresa investiu 1 bilhão de Euros ao comprar a The Body Shop, junto  à francesa L’Oreal.

Os números do bilionário mercado de beleza e estética

Os números desse mercado são reforçados ao analisar alguns dados como o país sediar uma das maiores feiras de beleza do mundo. Trata-se da BeautyFair, feira de cosméticos e beleza realizada na cidade de São Paulo. A  Beauty Fair é reconhecida por ser a maior feira de beleza profissional das Américas.

No mercado interno, o segmento de beleza, cuidados e higiene pessoa, também demonstra o seu potencial. No varejo, o setor está entre os dez principais em vendas em supermercados, perfumarias e drogarias. Esses dados são de acordo com levantamentos do IBGE.

No auge da economia brasileira em 2013, O IBGE constatou na época que o consumidor  brasileiro gastava mais com beleza do que com comida. Mesmo com a mudança no cenário economia, o setor de beleza e higiene pessoa continua forte.

Pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito em conjunto com a CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) trouxe alguns dados relevantes. Para 62% dos pesquisados, os cuidados com beleza, não é mais visto como um luxo e sim uma necessidade. *Já para 65%, consideram-se pessoas vaidosas e preocupadas com sua aparência.

Imagem: Pixabay

O segmento de serviços também aproveita a boa faze

O mercado de beleza é muito amplo, indo muita alem do varejo. É o caso da aérea de prestação de serviços. Nesse mercado englobam clinicas de beleza, spas, salões de beleza, bem como profissionais autônomos como manicures, pedicures e cabeleireiros.

Os números de novos empreendimentos nessa área não para de crescer. Por isso, para se manter competitivo e ganhar mercado, é preciso muito investimento.

Os investimentos não restringe apenas na compra de equipamentos e melhorias em locações, nos casos de clinicas e salões. Os profissionais também precisam manter atualizado com as ultimas tendências e técnicas do mercado. Bem como adquirir competências em gestão de negócios e empreendedorismo.

De acordo com o Sebrae mais de 600.000 salões de beleza estão investindo em seus profissionais para que possam atender as novas demandas do mercado, e o próprio Sebrae tem planos de negócios para estimular e incentivar profissionais que querem começar. Escolas como o SENAC, oferecem diversos cursos na área. Entre os mais procurados estão os cursos técnicos em estética, cursos de manicure, podologia e cursos de cabeleireiro.

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